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Conhecem o espaço Casa Aurora em São Paulo?

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Um pequeno oásis com as borbulhas e aromas do sul, no coração de Sampa (São Paulo). Fui convidada a conhecer e degustar, os rótulos da Cooperativa Vinícola  Aurora, em São Paulo e não imaginava que havia um espaço tão agradável e aconchegante,  projetado para degustações oferecidas aos especialistas, profissionais da área e aos jornalistas.
Não é loja e nem faz venda direta, é um espaço reservado para degustações de convidados.

Degustei vários rótulos da linha,  elaborados pela empresa, alguns eu já conhecia, como o espumante 100% chardonnay, que aprecio muito e degusto no meu dia a dia, e  já recomendei aqui, no Vinho e Delícias e outros, que tive a  oportunidade de conhecer nesta visita, como por exemplo o vinho TOP da empresa, o Millésime Cabernet Sauvignon 2009, (R$ 63,35 na loja direta indicada no site da Vinícola Aurora) elaborado somente em anos com safras especiais, sendo esta a 6ª edição desta linha de vinho, a primeira em 1991 seguido de 1999, 2004, 2005, 2008. É um varietal com 100% Cabernet Sauvignon, e passagem de 12 meses por barricas de carvalho francês e americano.



Mas conversando um pouco sobre a empresa, vocês já pararam para observar o logo da empresa?
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A família de camponeses levando sua produção de uvas para ser vinificada, muito expressiva esta cena,  cena histórica, que retrata certamente, o que foi no passado, a rotina de muitos de nossos imigrantes italianos, que vieram aqui para o Brasil, formar a sociedade brasileira.
De alguma maneira, ao degustarmos os vinhos da cooperativa, degustamos um pouco da história vínica brasileira, da construção do país e da memória de todos nós, especialmente, para os que como eu, são descendentes de italianos.  Acho que não poderia haver imagem mais significativa, para os rótulos dos vinhos,  como veem abaixo,  a família de vinicultores está no rótulo do Millèsime e em alguns outros produtos, o pequenas partilhas e a linha reserva, pelo que observei.  Agora quando você passar no supermercado, vai reconhecer a família e se lembrar da nossa conversa,  aqui no Vinho e Delícias, é diferente falar de um vinho, que muitos de vocês, poderão encontrar em vários mercados pelo país e para quem está fora do Brasil, haverá a oportunidade de encontrá-lo em vários países.
A Cooperativa Vinícola  Aurora, sendo uma cooperativa, agrega vários produtores de uvas, dela participam, 1100 famílias associadas, que produzem cerca de 50 milhões de quilos de uvas, por ano. Instalada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul é a primeira empresa de vinhos brasileira, a ter certificação ISO, é também a maior vinícola do Brasil e a mais premiada, com mais de 300 medalhas.

Produção anual de uvas: 50 milhões de litros.
Área plantada: 2.800ha
Produção anual de vinhos e derivados: 38 milhões de litros.
Área Construída: 110.000m2
Capacidade de armazenamento de vinho: 70 milhões de litros.
Número de funcionários: 340

Sinceramente fiquei curiosa, para conhecer de perto este mundo, já visitei a Aurora, como turista na época, a sede aberta às visitações, mas não visitei os campos e os produtores, está ai um bom projeto, conhecer e conviver com este universo, iniciado a partir de 16 famílias, descendentes de imigrantes da Itália, que em 1932, se uniram para dar início a este, que é hoje, o maior empreendimento do estilo, aqui no Brasil. Seria interessante, conhecer os descendentes destas  famílias, suas ideias atuais e um pouco do passado de seus ancestrais.
Como gosto de ser muito precisa nas informações,  e ilustrar minhas pesquisas, com imagens, serei obrigada a não mais me alongar nesta matéria, para não correr o risco de entediá-los…rs,  mas prometo, para breve, aqui no Vinho e Delícias, um apanhado sobre os vinhos que eu selecionei como especiais, degustados neste dia.
Por agora as minhas Notas de Degustação do Cabernet Sauvignon Millèsime 2009, já no Vinho e Delícias

Vinícola Aurora: www.vinicolaaurora.com.br

Enoabraços,

Tokaji, um brinde aos sentidos!


Numa deliciosa noite paulistana, tivemos a oportunidade de degustar tecnicamente, na ABS-SP,  4 vinhos da região de Tokaj, intitulados Tokaji, ou conhecidos também por Tokay na grafia inglesa.
Sob a orientação de Ben Howkins, diretor e co-fundador em parceria com High Johnson da  The Royal Tokaji  Wine Company, situada na região de Tokaj na Hungria, degustamos:
  • Royal Tokaji Furmint 2009
  • Royal Tokaji Áts Cuvée Late Harvest
  • Royal Tokaji Blue Label Aszú 5 Puttonyos
  • Royal Tokaji Gold Label Tokaji Aszú 6 Puttonyos
Veja as notas de degustação aqui: Vinhos da Hungria

Mas afinal para quem não é do mundo do vinho, Ou ainda não teve a oportunidade de degustá-lo, já deve estar pensando, o que tem de especial este vinho tokaji Aszú com este nome estranho, conhecido aqui também como tokay Aszú? E o que significa isto de puttonyos sempre associados no nome, 3, 4, 5 ou 6 puttonyos?
A resposta é simples, (por enquanto...rs..) Os vinhos Tokaji Aszú são vinhos doces, assim como o late harvest, porém com uvas que pelo menos em parte, sofreram o ataque do fungo botrytis cinérea, o que acaba por determinar características próprias,  dentre elas o fantástico equilíbrio entre a doçura e a acidez, e aromas específicos, que acontecem por um duelo entre a botrytis cinérea e a videira atacada, numa região onde a natureza por um capricho propiciou um terroir absolutamente único. E neste ponto a coisa deixa de ficar simples e passa a ser bastante complexa. Observem... Tokaj está situado nas montanhas Zemplén, na confluência dos rios Tisza e Bodrog, goza de longos verões ensolarados e outonos secos o que propicia as  névoas matinais, devido ao  encontro dos dois rios,  incentivando o desenvolvimento do botrytis cinérea, que nestas condições ideais, passa de uma praga que destruiria a produção de uvas com  a podridão cinzenta para um fungo benéfico, (mas como assim?) é isso mesmo, o fungo trava um duelo com a videira e nas condições climáticas e geográficas ideais, desenvolve a podridão nobre ao invés da podridão cinzenta e  acaba por nos proporcionar uma das melhores delicias do mundo do vinho, os vinhos botrytizados produzidos por uvas atacadas pela botrytis cinerea na podridão nobre. (Veja imagem abaixo)

As principais uvas de Tokaj

  • Furmint - aproximadamente 70% das plantações na região. Uma variedade com níveis muito elevados de ácido tartárico que é particularmente susceptível a Botrytis.

  • Harslevelu -. Cerca de 25% das plantações. Menos suscetível a Botrytis, mas rica em açúcares e aromas.

  • Muscat de Lunel -. Cerca de 5% das plantações. Uva de difícil de crescimento, mas importante tempero.
Na região específica da The Royal Tokaji  Wine Company, Os solos são em grande parte de barro, com um substrato vulcânico. As trepadeiras tem em torno de 20 anos de idade. Os rendimentos são mantidos em 10 hectolitros por hectare e uma videira rende aproximadamente um copo de vinho.

Entendendo o processo de vinificação do tokaji.

Estes grãos da uva contaminados em Tokaj, passam a se chamar aszú (  bago de uva contaminado pelo botrytis cinérea), as uvas não aszú são vinificadas em primeiro lugar para fazer um vinho base posteriormente os bagos aszú, ou seja os botrytizados, são colocados em um puttony e adicionados ao vinho base, puttony ou no plurak puttonyos, são cestos, ou melhor recipientes tipo uma tina funda de madeira (veja foto abaixo) com a capacidade de cerca de 20 litros que preenchidos com os bagos de uvas contaminados pelo botrytis, são levados à fermentação.



O número de puttonyos adicionados por barril dá o nível de puttonyos final do vinho, impresso no rótulo. A fermentação, que por sinal já é a segunda, ocorre em barris de 140 litros usados chamados de Göncis, que são feitos de carvalho húngaro, em caves e  os vinhos em Tokaj são classificados segundo o volume de aszú que é  colocado no vinho base, sendo isto salientado no rótulo no número de puttonyos.O número se puttonyos vai interferir diretamente na quantidade de açúcar do vinho e nas características organolépticas do mesmo.
Certo? Sim agora ficou mais claro, não é?
Veja tabelinha abaixo e perceba como a quantidade de puttonyos influiu no vinho.
• 3 Puttonyos : 60 - 90  gramas de açúcar por litro
• 4 Puttonyos : 90 - 120 gramas de açúcar por litro
• 5 Puttonyos : 120 - 150 gramas de açúcar por litro
• 6 Puttonyos : 150 - 180 gramas de açúcar por litro
Existindo mais duas classificações acima com uma quantia superior de aszú, mais de 6 puttonyos:
• Aszu Essencia : 180 - 450 gramas de açúcar por litro
• Essencia : 450 - 850  gramas de açúcar por litro
Mas como assim?  Como uma contaminação por fungo pode vir a ser benéfica para a videira e para a produção do vinho, e ainda gerar um vinho especial apreciado no mundo todo? 
E sabem do mais interessante? Isto tudo tem a ver com resveratrol no vinho branco... Resveratrol no vinho branco, como assim se resveratrol tem a ver com o vinho tinto?

Ah- hã...peguei você...rs... 

Vamos entender isto melhor?...
Se for curioso/a como eu , vai querer sim, então 
Leia AQUI: 


Fiz um pequeno resumo que irá ajudá-lo a entender isto, a principal fonte, foi a matéria de um dos meus professores o Doutor José Luiz Alvim Borges, atual presidente de ABS-SP  
(veja as referências de fonte no final da matéria.)


Agora que todos vocês já conhecem um pouco mais sobre os deliciosos tokajis, sugiro  colocar um na geladeira e degustá-lo em silencio absoluto, experimentando este capricho da natureza e agrado dos deuses conosco e assim brindar à vida! 



Enoabraços com desejos de que todos os leitores do blog tenham sempre por perto um tokaji para ser degustado quando bem entender, afinal para se abrir um tokaji, não é preciso nada, sem comida, nem harmonizações e nem cia, apenas a vontade de experimentar este momento de paz e de brinde aos sentidos.

Degustação GRATUITA de Vinhos Italianos

Azienda Armando Perussi, Monforte D'Alba,  Piemonte, Itália


Pessoal, boa tarde!
Acabei de receber o convite para uma degustação aberta a todos dos vinhos de Armando Parusso, da Azienda Armando Perussi, Monforte D'Alba,  Piemonte, Itália. 

  • Dolcetto D'Alba Piani Noce 2009
  • Barbera D'Alba Ornati 2009
  • Nebbiolo Langhe 2008Todos com 90 pontos do Parker (Informação para os que apreciam estes dados)
  • Espumante Glera produzido por Piera Martelozzo no Veneto .
DATA: terça feira, dia 24 de janeiro de 2012
HORÁRIO: 20H30 horas 
LOCAL: Enoteca e Cantina Matterello, 
Rua Fidalga, 120 tel 3813-0452 www.matterello.com.br


Aproveitem a oportunidade para conhecer vinhos que expressam muito bem o terroir da região. (dégustateurs.com)
Convite de Vitor Lotufo.
Enoabraços,

Evento de vinhos franceses, percorrendo o Brasil- Caravana de Vinhos Tricolores.


Olá enocolegas, 


Com o objetivo de apresentar alguns de seus produtores e produtos, aqui no Brasil,  passou por São Paulo ontem, a Caravana de Vinhos Tricolores, em evento fechado somente para convidados (profissionais da área), num dos espaços de eventos do Sofitel. 
A caravana está em marcha, e passará no dia 05 em Brasília e dia 6 no Rio de Janeiro. 
Foto:  Marlène Laurent Chevalier e Rémi Guex.

Tive a oportunidade de degustar alguns dos vinhos apresentados e vivenciar experiências de diferenças de terroirs pouco usuais para nós aqui no Brasil, com a gentil assessoria do Monsieur Rémi Guex da DiVin France, em parte do evento, pude obter muitas informações mais técnicas.

Começando pela Cave Chevalier de Marlène Laurent Chevalier e Nicolas Chevalier, tendo sido recebida e acompanhada na degustação pela própria Marlène, que muito atenciosamente explicou-me o processo de elaboração e as diferenças entre os vinhos de sua propriedade,  foram 3 Crozes-Hermitages brancos 100% Marsanne e 3 Crozes-Hermitages tintos 100% Syrah. Todos os vinhos apresentaram muito equilíbrio e elegância. Acredito que os vinhos farão sucesso aqui no mercado nacional e pelo preço comentado, além do sucesso pela qualidade, terão preço competitivo.
Seus vinhos: 

AOC Crozes-Hermitage 2009 branco "Côtes des Pends"
AOC Crozes-Hermitage 2009 branco "Les Voleyses"
AOC Crozes-Hermitage 2009 branco "La Motte"
AOC Crozes-Hermitage 2009 tinto "Les Pends"
AOC Crozes-Hermitage 2009 tinto "La Mote"
AOC Crozes-Hermitage 2009 tinto "Marius"


Outras preciosidades foram os champagnes que degustei em cia do meu amigo Dr. André Logaldi, diretor de degustação da ABS-SP.

Da maison  Champagne Dosnon et Lepage, situada na Côtes des Bar, com uma inovação, eles usam barricas na fermentação produzindo champagnes de castas únicas, seus vinhos foram muito bem pontuados pelos especialistas (Parker 92, Wine Spectator 92, Tanzer 93)


Champagne Récolte Noire - Blanc de Noirs - 100% Pinot Blanc
Champagne Récolte Blanche - Blanc de Blancs - 100% Chardonnay
Champagne Récolte Rose - 100% Pinot Noir
Dosnon et Lepage - Milesime 2007 - 50% Chardonnay e 50% Pinot Noir

Da maison Champagne Charpentier SCEV, nas montanhas ao sul do Vale de Marne, utilizam as 3 principais castas varietais de champagne: Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier, casta típic da região do Vale do Marne, que traz aromas frutados e frescos ao vinho. Posso atestar que o 100% Pinot Meunier, é realmente uma experiência deliciosa, remetendo a aromas vívidos de morangos, leves toques de groselha, associados ao clássicos aromas de panificação recém tirados do forno, da champagne. Um espetáculo.



Champagne Charpentier AOC Tradicion brut 
Champagne Charpentier AOC Terre d'Emotion brut
Champagne Charpentier AOC Rosé brut - 100% Pinot Meunier

Do Vale do Loire, a  Domaine Pierre Chauvin, onde fui recebida pela Meirelle Vigneron, uma das proprietárias, que representa a quinta geração nesta vinícola. Um detalhe, o vinhedo de 15ha, situado em Rablay sur Layon é conduzido em agricultura orgânica desde 2005.
Pude degustar: 
- Os brancos de Chenin Blanc:
L'Argonette 2010 - Anjou blanc AOC 
La Fontaine des Bois 2008 - Anjou blanc AOC
- Os rosés:
Le Rosé de Madame 2010 - Rosé d'Anjou AOC, um inusitado rosé demi-sec a partir de uvas gamay e rolle, assemblage que deu muito certo.
L'Elégance 2010 - Cabernet d'Anjou AOC - rosé demi-sec, com 40% de açucar residual.

E os vinhos fantasticos doces de uvas com botrytis:
Les Marcottes 2010 - Coteaux du Layon AOC - branco moelleux
Les Bolèves 2009 - Coteaux du Layon Rablay AOC - branco moelleux

Os Bordeauxs, com uma fantástica expressão, foram uma experiência única, fiquei encantada com a movimentação entre a potência e estrutura e a leveza e elegância, bem como ampla gama de aromas sedutores, das especiarias ao floral passando pelos aromas empireumáticos e animais.

Inesquecível para mim, dentre tantas delícias foram:

Da "Les Caves du Château Lamothe":

- Château Lamothe de Haux AOC Bordeaux branco 2010, que me chamou especial atenção, com fantasticos aromas de tamarindos, bergamotas e maracujás.
- Château Lamothe de Haux AOC Côtes de Bordeaux tinto 2009
- Château Manos AOC Cadillac 2009, com 80% de uvas botrytizadas.

e de diversos outros produtores de Bordeaux:
Château Eyrins 2007
Château Lagrave Paran 2008
Château Moulin Canhaut 2006
Château Arnauld 2009, que eu apreciei especialmente pela elegância e aromas refinados.


A maioria dos produtores com vinhos apresentados no evento, estão buscando importadores e permanecerão no Brasil por mais alguns dias. Tenho os contatos e os disponibilizo aos interessados.

PIZZATO já exporta para 11 países.


Vinícola inicia exportação para Noruega e marca presença nas cartas de vinhos internacionais

Localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS), a PIZZATO é a vinícola participante do projeto Wines of Brasil que mais cresceu as exportações em 2010. Segundo o Enólogo-chefe e Diretor, Flavio Pizzato, durante a participação da vinícola na Vinexpo, realizada em junho em Bordeaux, na França, a empresa avançou as negociações para exportar para novos destinos, como China, Luxemburgo, Holanda e zona central dos Estados Unidos. 

A PIZZATO já exporta para 11 países: Estados Unidos (Califórnia e Nova York), Canadá (Montreal), Bélgica, Suíça, Polônia, Alemanha, República Tcheca, Inglaterra, Irlanda, Finlândia e Noruega.

Na Europa, rótulos da PIZZATO estão nas cartas de vinhos de restaurantes prestigiados, como no River, do Hotel Savoy, em Londres, com o Pizzato Tannat, e com o Pizzato Concentus 2005 no Berens am Kai, um dos mais renomados da cidade de Dusseldorf, Alemanha, uma estrela no Guia Michelin.

Neste ano, a PIZZATO ganhou dois prêmios na Expovinis 2011: com o Pizzato dna99, na categoria Melhor Tinto Nacional, eleito pelo júri do concurso Top Ten, e com o Pizzato Chardonnay D.O.V.V. (Denominação de Origem Vale dos Vinhedos) na categoria Melhor Branco Brasileiro, eleito pelos profissionais visitantes da feira. E ainda os vinhos dna99 e o Concentus foram recomendados no IWSC (International Wine and Spirits Competition) 2011. O Concentus também foi um dos vinhos escolhidos para o `Best in Taste Wine Awards 2011', organizado pelo Taste of London.

PIZZATO Vinhas e Vinhos
www.pizzato.net

Caixa-Postal: 2538
Via dos Parreirais, s/n - Vale dos Vinhedos
Bento Gonçalves - RS - Brasil
CEP: 95700-972
pizzato@pizzato.net

Fonte: Cristina Bielecki - Assessoria de Comunicação
 Camila Helena - Vinho e Delícias