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Degustação gratuita de vinhos da Aracuri

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Quem ainda não conheceu os vinhos elaborados pela Aracuri, está perdendo uma ótima oportunidade de conhecer vinhos bem elaborados e muito agradáveis, mas nesta semana haverá uma degustação aqui em SP.

Acontecerá uma degustação gratuita na Oficina das Pizzas de vinhos brasileiros com vinhos da Aracuri.

A informação que recebi da Oficina,  lista os seguintes vinhos:

  • Espumante Brut Blanc de Blanc Chardonnay,
  • Cabernet Sauvignon Campos Altos
  • Aracuri Merlot
  • Aracuri Cabernet Sauvignon e Merlot

Desta lista não conheço a maioria, mas os que conheço são bem interessantes, assim fica a dica para os colegas aqui do Vinho e Delícias.

Boa oportunidade de conferir o andar dos vinhos brasileiros elaborados pela Aracuri.

Serviço:

Data: 16 de setembro, às 20:30 horas

Local: Oficina de Pizzas, rua Purpurina, 517 - São Paulo - SP

Tel 3816-3749,
www.oficinadepizzas.com.br.

Ainda falam mal de vinhos brasileiros…

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Falam muitas coisas por ai, mas eu acho que os leitores do Vinho e Delícias, já estão mais do que preparados para poderem tirar suas próprias conclusões. Sem essa de ir atrás de quem gosta de ver “o circo pegar fogo”, falando mal de vinhos brasileiros. Que tédio, não é?
Chega de “buanismo” (se comportar como tribo indígena no seu primeiro contato com a civilização,  diante do que vem de fora, com o mesmo deslumbramento de um índio que está vendo um espelho pela primeira vez …rs….)! Está na hora de brasileiro crescer e respeitar o seu próprio espaço e seu próprio fruto.

Nosso problema aqui chama-se: Carga tributária, ou seja impostos, mas o papo não é este neste momento.

Eu amo vinho e amo vinhos de todos os países, cada um tem seus encantos e seu espaço em minha adega. Existem vinhos bons e vinhos ruins, tanto nos vinhos produzidos aqui ou na França, na Itália e em qualquer parte do mundo.

Cada vinho é único e em falando dos bons (do mundo todo, o que inclui o Brasil), todos tem algum encanto, assim como cada pessoa, uns são mais empolgantes e sensuais, outros mais meigos e leves, outros fortes e estruturados  e cada um deles tem seu papel, seu momento e sua aplicação em nossos dias.

Eu particularmente acho que os vinhos brasileiros são extremamente gastronômicos, pois em termos gerais (o que não é regra absoluta, mas é o caso da maioria dos que tive a oportunidade de conhecer) tem menos taninos e acidez na medida ideal, o que o torna ótimo companheiro em nosso dia, tanto num momento descontraído, como nas refeições saudáveis do dia a dia. Não precisa esquentar a cabeça com o vinho nacional, via de regra basta abrir uma garrafa e ele não irá se chocar com a maioria dos pratos, já não é o que acontece com vinhos mais estruturados, onde na harmonização inadequada irá rolar aquele terrível amargor, que 3 dias depois você ainda sente na boca. Tem coisa pior?

Então fica aqui a dica, se quer simplificar e não quer esquentar a cabeça, se não conhece a estrutura daquele vinho que está vendo na prateleira ou do qual leu algo a respeito, sugiro que pegue um nacional (vinho fino e NÃO vinho de mesa) de marca que tenha alguma referência, coloque na temperatura ideal.

Dica de temperatura ideal para vinhos brasileiros:

  • Fresco para os vinhos tintos (14º a 16º)
  • Gelado para os vinhos brancos e vinhos rosés (8º a 10º)
  • Super gelado para os vinhos espumantes (5º a 7º)
E tranquilidade, vai dar tudo certo, aproveite os seus momentos e seja feliz! Smiley piscando

Enoabraços,

Aracuri, elabora o primeiro vinho brasileiro no estilo do Amarone

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No processo de leve passificação (tornar passas) que estamos chamando, de “apassitamento” das uvas, ou seja uma leve secagem, que reduz o teor de líquido, aumentando o teor de açúcar no futuro mosto, será lançado no próximo ano, o vinho elaborado pela Vinícola Aracuri da região de Campos de Cima, é o Aracuri Reduto, que está gerando curiosidades no meio, entre os especialistas em vinhos.
A Aracuri tem se destacado pelo seu Aracuri Collector Cabernet Sauvignon, na atual safra de 2009, que conquistou Medalha Grande Ouro na 10ª edição do Concurso Nacional de Vinhos Finos e Destilados do Brasil, associado ao Concours Mondial de Bruxelles, em Florianópolis (SC), que tive a oportunidade de degustar no evento da Granja Viana, no Vino e Sapore. O vinho é surpreendente, muito integrado e cativante, assim que possível pretendo colocar a análise deste vinho aqui no Vinho e Delícias.
A empresa elabora uma gama bem variada de vinhos e tem expandido seus horizontes comerciais, estão já presente em Santa Catarina, Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Fortaleza.
Os campos de expressão do terroir da Aracuri estão os localizados, na região de Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul, a região que vem sendo considerada a mais promissora em termos de terroir brasileiro, Nesta região,  desde 2005, os proprietários da vinícola, Henrique Aliprandini e João Meyer, antigos produtores de maças, vem investindo com o objetivo de poder expressar, com mais fidedignidade, tudo o que um terroir pode trazer, fazendo a ponte, entre as nossas taças e o diálogo da natureza através dos vinhos.
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Uma magia que se bem elaborada, com as técnicas apropriadas, nos conecta ao universo e nos torna hábeis, em decifrar a linguagem da natureza, parece ser esta, a tarefa e a proposta da Aracuri.
Parabéns pelo projeto!
Serviço:Aracuri Vinhos Finos
Fotos divulgação.
Enoabraços,

Conhecem o espaço Casa Aurora em São Paulo?

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Um pequeno oásis com as borbulhas e aromas do sul, no coração de Sampa (São Paulo). Fui convidada a conhecer e degustar, os rótulos da Cooperativa Vinícola  Aurora, em São Paulo e não imaginava que havia um espaço tão agradável e aconchegante,  projetado para degustações oferecidas aos especialistas, profissionais da área e aos jornalistas.
Não é loja e nem faz venda direta, é um espaço reservado para degustações de convidados.

Degustei vários rótulos da linha,  elaborados pela empresa, alguns eu já conhecia, como o espumante 100% chardonnay, que aprecio muito e degusto no meu dia a dia, e  já recomendei aqui, no Vinho e Delícias e outros, que tive a  oportunidade de conhecer nesta visita, como por exemplo o vinho TOP da empresa, o Millésime Cabernet Sauvignon 2009, (R$ 63,35 na loja direta indicada no site da Vinícola Aurora) elaborado somente em anos com safras especiais, sendo esta a 6ª edição desta linha de vinho, a primeira em 1991 seguido de 1999, 2004, 2005, 2008. É um varietal com 100% Cabernet Sauvignon, e passagem de 12 meses por barricas de carvalho francês e americano.



Mas conversando um pouco sobre a empresa, vocês já pararam para observar o logo da empresa?
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A família de camponeses levando sua produção de uvas para ser vinificada, muito expressiva esta cena,  cena histórica, que retrata certamente, o que foi no passado, a rotina de muitos de nossos imigrantes italianos, que vieram aqui para o Brasil, formar a sociedade brasileira.
De alguma maneira, ao degustarmos os vinhos da cooperativa, degustamos um pouco da história vínica brasileira, da construção do país e da memória de todos nós, especialmente, para os que como eu, são descendentes de italianos.  Acho que não poderia haver imagem mais significativa, para os rótulos dos vinhos,  como veem abaixo,  a família de vinicultores está no rótulo do Millèsime e em alguns outros produtos, o pequenas partilhas e a linha reserva, pelo que observei.  Agora quando você passar no supermercado, vai reconhecer a família e se lembrar da nossa conversa,  aqui no Vinho e Delícias, é diferente falar de um vinho, que muitos de vocês, poderão encontrar em vários mercados pelo país e para quem está fora do Brasil, haverá a oportunidade de encontrá-lo em vários países.
A Cooperativa Vinícola  Aurora, sendo uma cooperativa, agrega vários produtores de uvas, dela participam, 1100 famílias associadas, que produzem cerca de 50 milhões de quilos de uvas, por ano. Instalada em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha no Rio Grande do Sul é a primeira empresa de vinhos brasileira, a ter certificação ISO, é também a maior vinícola do Brasil e a mais premiada, com mais de 300 medalhas.

Produção anual de uvas: 50 milhões de litros.
Área plantada: 2.800ha
Produção anual de vinhos e derivados: 38 milhões de litros.
Área Construída: 110.000m2
Capacidade de armazenamento de vinho: 70 milhões de litros.
Número de funcionários: 340

Sinceramente fiquei curiosa, para conhecer de perto este mundo, já visitei a Aurora, como turista na época, a sede aberta às visitações, mas não visitei os campos e os produtores, está ai um bom projeto, conhecer e conviver com este universo, iniciado a partir de 16 famílias, descendentes de imigrantes da Itália, que em 1932, se uniram para dar início a este, que é hoje, o maior empreendimento do estilo, aqui no Brasil. Seria interessante, conhecer os descendentes destas  famílias, suas ideias atuais e um pouco do passado de seus ancestrais.
Como gosto de ser muito precisa nas informações,  e ilustrar minhas pesquisas, com imagens, serei obrigada a não mais me alongar nesta matéria, para não correr o risco de entediá-los…rs,  mas prometo, para breve, aqui no Vinho e Delícias, um apanhado sobre os vinhos que eu selecionei como especiais, degustados neste dia.
Por agora as minhas Notas de Degustação do Cabernet Sauvignon Millèsime 2009, já no Vinho e Delícias

Vinícola Aurora: www.vinicolaaurora.com.br

Enoabraços,

Conheça os melhores vinhos brasileiros acima de 50 reais

Vinho
Escolhidos durante o Circuito Brasileiro de Degustação 2013 em SP, também não os degustei e prefiro não opinar, como no caso da postagem anterior, apenas estou informando os resultados. Estes abaixo segundo os participantes, seriam os melhores vinhos nacionais acima de 50 reais, obviamente, dentre os que participaram da prova, infelizmente não tenho esta relação, dos que participaram,  mas certamente que muita coisa boa ficou de fora dela.

É uma  pena, quando a informação não é completa,  pois gera conclusões equivocadas, deveriam divulgar quais foram os vinhos que participaram da prova.

1 - Rar Cabernet Sauvignon / Merlot
2 - Pizzato Dna 99 Merlot
3 - Miolo Lote 43
4 - Don Abel Rota 324 Cabernet Sauvignon
5 - Almaunica Reserva Syrah

Resultado dos vinhos abaixo de R$ 50,00 AQUI

Enoabraços,
Camila H. Coletti


Conheça os melhores vinhos brasileiros abaixo de 50 reais


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Segundo a avaliação feita durante o Circuito Brasileiro de Degustação em São Paulo, estes são os melhores vinhos brasileiros com valor ao consumidor abaixo de 50 reais, não posso opinar, pois não degustei nenhum deles, estava focada nos espumantes, então a dica fica no escuro…rs… registro aqui, apenas um relato de resultados.

1 - Do Lugar Cabernet Franc
2 - Pizzato Merlot
3 - Casa Perini Tannat
4 - Monte Paschoal Dedicato Cabernet Sauvignon
5 - Salton Intenso Merlot

Enoabraços,
Camila H. Coletti




Circuito brasileiro de degustação finalmente chega em Sampa

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Evento gratuito, aberto após 19h, para o público em geral…

Agora com os crescimento da qualidade dos vinhos nacionais, fica mais tentador ainda a descoberta de novos rótulos e a oportunidade de degustá-los, a outra é na Expovinis, mas lá a oferta é tão grande que se torna impossível ter um foco muito definido, e para isto, com foco nos vinhos nacionais, temos o “Circuito Brasileiro de Degustação”, que percorre o Brasil levando várias vinícolas brasileiras, com seus vinhos, para serem apresentados aos profissionais e ao consumidor final.

Este ano aqui em SP, acontecerá nos dias 22 e 23 de agosto, para os profissionais, início às 16h00 e para o público, consumidor final, às 19h00.

Local: Centro Fecomércio de Eventos
Rua Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo/SP
RSVP: Cíntia Silva  cintia.silva@exponor.com.br

Evento gratuito, aberto após 19h, para o público em geral, mas precisa fazer cadastramento via o e-mail acima.

Aproveitem!

Enoabraços,

Camila H. Coletti

Os refinados e alegres espumantes de Adolfo Lona

Embora a noite corresse fria, e as passeatas soltas pela cidade, o espaço de degustações da Purpurina Oficina das Pizzas estava repleto, os que tiveram a sorte de saber da degustação a tempo, oferecida pelo  Adolfo Lona, não mediram esforços, para estar presentes, e foram muito bem recompensados, com uma agradabilíssima aula, leve, acessível e elucidativa, ministrada pelo próprio Adolfo Lona, conceituado e experiente enólogo, que após dedicação de muitos anos à profissão, pode realizar o sonho de ter sua própria produtora de espumantes.
Adolfo Lona tem sua adega e produtora, artesanal em Garibaldi, Rio Grande do Sul, e faz questão de trabalhar com pequenos volumes de vinho, pois assim pode oferecer à nossa apreciação, a qualidade já associada ao seu nome.
Adolfo Lona,  explicou desde a elaboração do espumante, até a  técnica de serviço, ressaltando a importância de como abrí-lo e serví-lo, mantendo todas as suas propriedades, para que se possa usufruir da plenitude dele, em nossas taças.

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Noite agradabilíssima, dentre os presentes a fotógrafa Nadia Jung que me cedeu a foto acima e a quem agradeço a gentileza e simpatia. 
Um grupo formado por  degustadores atentos e ávidos de informação, e como preconizou o Adolfo, degustadores que iniciaram quietos e sérios, e terminaram alegres e efusivos. Vocês sabiam que o gás associado ao álcool do espumante, sobe mais rapidamente, do que no vinho tranquilo (vinho que não tem bolinhas)? Bom… Deixei a dica recebida do Adolfo, façam uso dela como quiserem, porém com juízo, certo?

Vamos aos espumantes, foram oferecidos em degustação:

Adolfo Lona Brut, elaborado pelo método Charmat, um assemblage com predomínio de Chardonnay e uma quantidade menor de Pinot Noir, no caso do degustado, 60% de Chardonnay e 40% de Pinot Noir. 8 gramas de açúcares por litro.

Apresentou-se frutado, com distintas notas de maça do tipo verde, somados a traços agradáveis das leveduras. Na boca, bom equilíbrio e acidez na medida, nada de amargor. Fresco, intenso, alegre e festivo.
Adolfo Lona Brut Rosé,
pelo qual me enamorei imediatamente, também elaborado pelo método Charmat, um assemblage de 60% de Pinot Noir e 40% de Chardonnay. 8 gramas de açúcares por litro.

Aromas mais amplos, com maças maduras, algo evocando um leve floral e interessantes notas de relva molhada, não a terra, mas a mata, combinação muito envolvente.
Na boca ataque macio, elegante, revelando a seguir boa acidez,  equilibrado e nada de amargor. Realmente um belo espumante!
Adolfo Lona Brut – Método Tradicional (champenoise), 50% de Chardonnay e 50%   Pinot Noir.  6 gramas de açúcares por litro.



Com aromas mais complexos, envoltos em sedutoras  notas  florais, se apresenta em boca também, de forma macia, envolvente, anunciando posteriormente a acidez potente. Equilibradíssimo, refinado e enigmático, revela-se com classe na taça, a cada novo gole.
Certamente um grande parceiro  em harmonizações.
Adolfo Lona Nature (Pas dosé) – Método Tradicional (champenoise), com as duas uvas dos anteriores, Chardonnay e  Pinot Noir mais a presença da uva Merlot, de 10 a 12 % vinificada em branco, ou seja sem a presença das cascas. que iriam dar cor ao vinho. A Merlot foi incorporada com a proposta de suavizar a acidez pois este é um espumante “nature” o que significa que poderia ter no máximo 3 gramas de açúcares, tendo na caso deste, zero de açúcares por litro. 
Também complexo em termos de aromas, e instigante em boca, algo mais picante, talvez travesso que se releva “en passant”,  entre a maciez inicial,  a seguir convertida em consistente acidez, dentro de um patamar de equilíbrio e elegância.
Acredito em parcerias ousadas com este espumante, que provavelmente, irá surpreender fora do eixo tradicional com frutos do mar.
Acabei de receber os valores dos espumantes que me foram passados pelo sommelier Diego Graciano, que representa os vinhos e espumantes Adolfo Lona aqui em São Paulo,  e me foi informado:
R$ 40,95 para os dois primeiros, Bruts no método Charmat 
R$ 53,12 para o Brut Tradicional (champenoise) 
R$ 55,91 para o Brut Nature Tradicional (Champenoise).
Noite deliciosa e vinhos também!

Aguardem algumas dicas sobre os vinhos, classificados de espumantes que estou elaborando para uma próxima postagem.

Enoabraços,

Notas de degustação: Perini Quatro 2009– Vencedor Expovinis 2013

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Considerado pelos especialistas o melhor na categoria “Melhor Vinho Tinto Nacional” da Serra Gaúcha, o Perini Quatro foi uma das minhas metas na Expovinis 2013, queria conferir, pois já o havia degustado faz 2 anos em safra anterior, e observava seu potencial, enfim a oportunidade, pude  conversar com o enólogo responsável Leandro Santini, que muito gentilmente me atendeu com sua simpatia e competência.

Vamos ao vinho…
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Notas de Degustação

Rótulo: Perini Quatro (Qu4tro)
Produtor: Vinícola Perini
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha – Vale Trentino – Farroupilha – RS
Safra: 2009
Álcool: 12°
Assemblage: Quatro uvas (alusão no nome do vinho)
  • 53% Cabernet Sauvignon
  • 32% Merlot
  • 9% Ancellotta
  • 6% Tannat
OBS: O Vale Trentino oferece altitudes de até 800m. O vinho é elaborado somente em safras consideradas excepcionais, e com edição limitada de 4 mil unidades.
Fez malolática e permaneceu 9 meses, em barricas de carvalho francês de primeiro uso. Engarrafado em outubro de 2012
Açúcar residual:  2,1 gr/l
Temperatura ideal de serviço: 16º a 18º

Notas de Degustação:

Vinho tinto de colocação rubi intenso, aromas de ameixas maduras, chocolate, leves notas amadeiradas envolvidas por nuances de baunilha, num conjunto sedutor com bela integração das famílias aromáticas. Na boca ataque macio, envolvente, perfeito equilíbrio álcool x acidez e taninos que revelam potência e gentileza, fazendo alusão ao ser humano eu diria como já disse anteriormente para vinhos de outros países, percebo neste talvez pela primeira vez num vinho nacional, aquele toque de cavalheirismo que aprecio, pois une força, estrutura com classe e refinamento. Tão raro em vinhos quanto em pessoas.
Resumindo… Um vinho completo, intenso, delicioso, uma verdadeira surpresa em se tratando de vinhos nacionais.
Vale lembrar que é o ícone da Vinícola Perini, com o valor de venda ao consumidor em seu site por R$ 97,90.
Degustado em 24/04/2013 por Camila H. Coletti
É a vitivinicultura nacional, evoluindo e surpreendendo a todos, mostrando seu potencial que se revela em pleno crescimento.

Parabenizo o Leandro Santini, enólogo, bem como toda a equipe envolvida na elaboração do Perini Quatro, pelo belo e árduo trabalho, sei que chegar neste nível de resultado final, tem alto preço, em desgastes e em dedicação.
Enoabraços Smiley piscando
Camila H. Coletti