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Vinho biodinâmico com índice muito superior de resveratrol

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Mais uma novidade na busca da qualidade do vinho que além de fazer bem ao emocional, trazendo prazer, traz também benefícios para o corpo, é claro que sempre respeitados os limites saudáveis para o consumo diário.

Em Santa Catarina, a vinícola Santa Augusta em Videira, com a gestão das primas Taline e Morgana, que resolveram apostar no cultivo biodinâmico, obteve-se um resultado surpreendente, quanto ao índice de resveratrol, a conhecida substância com benefícios ao coração e enorme poder anti-oxidante:
Vinhedo com tratos normais: 5 miligramas de resveratrol por litro
Vinhedo de cultivo biodinâmico: 77 gramas de resveratrol por litro
Incrível diferença, não acham?

Segundo as produtoras, no cultivo biodinâmico, a casca da uva fica bem mais grossa, e com isto como sabemos, desenvolvem-se mais taninos, antocianos e substâncias que dão corpo ao vinho.
Fica a dica, de olho nos biodinâmicos!!!

Serviço:
Vinícola Santa Augusta
Fonte: Diário Catarinense
Enoabraços,

Camila H. Coletti - Vinho e Delícias

Série 12 Vinhos Especiais: Segundo Vinho

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Um biodinâmico de Nicolas Joly. Lembro-me claramente como este vinho me impressionou, degustado em outubro de 2009, um vinho considerado da linha mais simples, da produção de Nicolas Joly, o papa da biodinâmica. Este foi um marco para que eu viesse a valorizar a expressão olfativa de vinhos BIODINÂMICOS com cuidados integrados com a natureza, muito além do orgânico, permeado por conceitos quase considerados esotéricos para alguns.
Eu super recomendo e confesso a minha enorme curiosidade em conhecer os demais vinhos da produção do Monsieur Joly, lembro-me com saudades de como a taça me surpreendia cada vez que eu a colocava na boca, vejam a relação de aromas que eu pude observar.

Tenho a análise e os dados deste vinho feita na ocasião e transcrevo abaixo:

Clos de La Bergerie - Chenin Blanc 2005
Château de La Roche-aux-moines Vale Do Loire-savennières – FrançaNicolas Joly
Um biodinâmico de Nícolas Joly, vinho considerado da linha mais simples de sua produção, na região do Vale do Loire -Savennières.
100% Chenin Blanc
Vinho com 4 anos apresentando características de evolução.
Aspectos Visuais:
Amarelo Ouro, com forte intensidade de cor, brilho e limpidez.
Lágrimas presentes e lentas.
Aspectos Olfativos:
Vinho franco, com explosão aromática, bouquet amplo de forte intensidade, 4 famílias presentes, apesar de já ser um vinho evoluído, mantém os aromas primários somados aos terciários.
Inicia com forte aroma de pão tostado, associado a suaves notas de violetas e frutas vermelhas, abrindo no decorrer do tempo numa impressionante abrangência aromática: notas de alcatrão, cera de abelha, mel, açúcar caramelado, compota de figos, cera de abelha, finalizando em aroma de rosas.
Aspectos Gustativos:
Seco, e embora apresente teor alcoólico de 14,5% na boca mostra um álcool discreto, associado a acidez bastante equilibrada, nada amargo, boa intensidade, corpo estruturado, apresentando persistência de média a longa.
Vinho harmonioso, amplo, refinado e muito agradável.
Para quem aprecia a associação entre equilíbrio (álcool x acidez), e a forte presença de aromas que se somaram no decorrer do tempo, o que torna o vinho deliciosamente surpreendente e prazeroso.

Não faço ideia de quem o traz para o Brasil.
Conheçam a proposta dos 12 VINHOS ESPECIAIS, antes do final do calendário AQUIO primeiro vinho da série AQUIO segundo vinho da série AQUIO terceiro vinho da série AQUIO quarto vinho da série AQUIO quinto vinho da série AQUIO sexto vinho da série AQUIO sétimo vinho da série AQUI
O oitavo vinho da série AQUIO nono vinho da série AQUI
O décimo vinho da série AQUIO décimo primeiro vinho da série AQUIO décimo segundo vinho da série AQUI
Enoabraços e santé!

Redução de vinhedos orgânicos no Chile e na Argentina


Dá pra entender isto? 
Enquanto na Europa isto é tido com evolução, e os países, Espanha, Itália e França, disputam a fatia do mercado aqui, perto de nós em parte do novo mundo, lidamos com a redução destes vinhedos, certamente devido aos custos e à baixa valorização pelo mercado de tal produto.  Quem perde com isto, mais uma vez somos nós consumidores e diga-se de passagem, já tive a oportunidade de degustar preciosidades BIO, como chamam os franceses, englobando os vinhos orgânicos, e os biodinâmicos, que realmente tem o poder de expressar muito mais plenamente o terroir que explode em aromas e sabores inusitados. Sou fã dos biodinâmicos e não abro mão deles, mas infelizmente chegam aqui no Brasil com um preço bastante desanimador, e agora estamos perdendo as opções mais acessíveis... 
Ah...o capitalismo devastador...
 Fonte: Jornal do Brasil - Conexão Francesa.
enoabraços,